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CasaCor 2026: 6 ideias das mostras de arquitetura para levar para casa

Design · 2026-10-27

Escritório com painéis de madeira, duas poltronas Le Corbusier LC2 de couro caramelo sobre tapete persa, mesa de centro de vidro e janelão com vista da cidade

A CasaCor virou um termômetro do que arquitetos e designers apostam para o morar. Em 2026, duas coberturas ajudam a ler o momento: a coluna Casa Arrumada, da Tribuna de Minas (19/07/2026), que analisa a CasaCor de São Paulo com o escritório Veriato & Vanelli, e a reportagem do Correio da Manhã (28/09/2026) sobre a CASACOR Brasília, de tema Mente e Coração. A edição de Brasília reuniu 40 ambientes assinados por 52 profissionais e ficou aberta até 12 de outubro.

Transparência: as reportagens são de terceiros e não citam a Prospecto; as peças deste post são sugestões nossas. As fotos de ambientes são ilustrativas, criadas por computador.

1. A casa como refúgio

Em Brasília, a mostra apresentou a casa como um refúgio de descanso para a mente num mundo hiperconectado. Entre as tendências citadas estão a combinação de arquitetura moderna com aconchego e o uso de elementos da natureza. Em casa, isso se traduz em assentos que convidam a ficar, luz baixa e materiais que passam calor, como madeira e couro.

Escritório com painéis de madeira, duas poltronas Le Corbusier LC2 de couro caramelo sobre tapete persa, mesa de centro de vidro e janelão com vista da cidade
Madeira, couro e luz quente: aconchego até num ambiente de trabalho. Imagem ilustrativa, criada por computador.

2. Natureza e materiais naturais

A Tribuna de Minas registra a valorização de materiais naturais, formas orgânicas e peças de autor nos projetos de alto padrão. Em Brasília, a reportagem destaca elementos da natureza e soluções de baixo impacto ambiental, com reaproveitamento de materiais e uma meta de 99,7% de valorização de resíduos. Para o dia a dia, o caminho é simples: madeira, pedra, linho e couro no lugar de superfícies sintéticas.

3. Tons terrosos e madeira escura

Segundo Veriato & Vanelli, a CasaCor 2026 reafirma os tons terrosos e as madeiras escuras, com a nogueira em destaque, nos ambientes de maior projeção, como busca por mais calor, sofisticação e personalidade. Vale ler também o nosso post sobre marrom chocolate no lugar do cinza.

4. Curvas mais suaves

As formas orgânicas continuam relevantes, mas mais suaves, o que dá às peças um caráter mais elegante e atemporal, segundo a coluna. Uma mesa redonda, uma poltrona de concha ou um sofá de braços arredondados já traduzem a ideia. Para ir mais fundo, veja por que os móveis arredondados voltaram.

Sala de paredes de concreto com poltrona Swan de pele natural rajada marrom, sofá cinza, mesa de centro redonda de metal, luminária de piso, trilho de luz e janela com vista da cidade
Concha curva, concreto e madeira: curva suave num ambiente de linhas retas. Imagem ilustrativa, criada por computador.

5. Luz cênica

A iluminação cênica ganha presença nos projetos, diz a Tribuna de Minas. Em Brasília, a mostra foi pensada como experiência sensorial, com variação de cheiros, texturas, luzes e cores ao longo da visita. Em casa, a regra é luz em camadas: abajur, luz indireta e um ponto de destaque. Já explicamos isso em sua sala parece consultório? A culpa é da luz.

Sala de paredes de cimento queimado com poltrona Egg de pele natural malhada, luminária de piso de abajur claro, estante de madeira, tapete texturizado e janelão com fita de luz
Luminária de piso e fita de luz na janela: a luz desenha o ambiente. Imagem ilustrativa, criada por computador.

6. Vintage com contemporâneo e design assinado

A Tribuna de Minas aponta a mistura de vintage e contemporâneo, com peças que contam histórias, e a presença de mobiliário de grandes nomes do design (sofás, poltronas, mesas e cadeiras) como inspiração nas mostras. Em Brasília, o estilo retrô aparece para humanizar os espaços. A Prospecto fabrica peças fiéis aos traços originais de clássicos como a poltrona LC2 (modelo de 1928, de Le Corbusier), a Barcelona (1929, de Mies van der Rohe), a mesa Tulipa (1956, de Eero Saarinen) e a Swan (1958, de Arne Jacobsen).

Sala de jantar com mesa Saarinen Tulipa redonda de tampo de mármore e base branca, quatro cadeiras medalhão de couro caramelo e pendente de esferas
Mármore, couro e base branca: um clássico de 1956 numa sala de jantar atual. Imagem ilustrativa, criada por computador.
Sala de estar com sofá cinza, tapete estampado e banco Barcelona de couro preto capitonê com base em X de aço cromado
Um banco de 1929 aos pés do sofá. Imagem ilustrativa, criada por computador.
Poltrona Barcelona e banqueta de couro preto capitonê com base em X de aço cromado, sobre tapete felpudo, junto a painel de madeira escura, mesa lateral redonda e janelão
Poltrona e banqueta Barcelona diante de um painel de madeira escura: clássico e contemporâneo juntos. Imagem ilustrativa, criada por computador.
Uma peça assinada como âncora, o resto em silêncio: é assim que o clássico convive com o atual.

Como copiar sem obra

1. Uma peça assinada como âncora. Uma poltrona de design já diz o estilo da sala.
2. Madeira e couro. Materiais naturais, em tons quentes.
3. Uma curva suave. Mesa redonda ou poltrona de concha.
4. Luz em camadas. Abajur, luz indireta e um ponto de destaque.
5. Misture épocas com um fio condutor. O Correio Braziliense (14/06/2026) recomenda definir antes uma paleta de cores e texturas, para a mistura não virar confusão.

Peças da Prospecto no espírito das mostras

A Poltrona Le Corbusier LC2 (Aço Cromado) (76 × 70 × 70 cm) tem estrutura tubular de aço cromado espelhado e revestimento em couríssimo, couro natural, tecido ou suede. A Mesa Saarinen Tulipa Jantar Redonda 90 cm, Carrara Venatino (Ø 90 × 73 cm) tem base de alumínio fundido com pintura automotiva PU e tampo de mármore com borda chanfrada. A Poltrona Swan (80 × 68 × 76 cm) tem concha em fibra de vidro estofada em espuma D28. E o Banco Barcelona (Aço Inox) (120 × 58 × 38 cm) tem estrutura de aço inox com polimento espelhado. Todas são feitas sob encomenda em Americana-SP.

Perguntas frequentes

Quais tendências a CasaCor 2026 mostrou?
Segundo as coberturas lidas, a casa como refúgio e aconchego, elementos da natureza e materiais naturais, tons terrosos e madeiras escuras (com destaque para a nogueira em São Paulo), curvas mais suaves, iluminação cênica, mistura de vintage e contemporâneo e mobiliário de grandes nomes do design.

Dá para copiar essas ideias sem reforma?
Dá. A maioria entra por peças e luz: uma poltrona de design, uma mesa redonda, madeira e couro, abajur e luz indireta. Nenhuma delas exige quebrar parede.

O que é misturar vintage com contemporâneo?
É juntar peças de épocas diferentes num mesmo ambiente. O Correio Braziliense (14/06/2026) alerta que misturar estilos sem critério gera confusão e recomenda definir antes uma paleta de cores e texturas.

Por que se fala tanto em curvas suaves?
Segundo a Tribuna de Minas (19/07/2026), as formas orgânicas continuam em alta, mas mais suaves, o que dá às peças um caráter mais elegante e atemporal.

A Prospecto aparece nas reportagens citadas?
Não. As reportagens são de terceiros e não citam a Prospecto. As peças deste post são sugestões nossas, no mesmo espírito das tendências.

Qual dessas seis ideias você levaria para casa primeiro? Conte no Instagram da Prospecto (@prospecto_oficial) e salve este post para a próxima reforma de sala.

Fontes: Tribuna de Minas, coluna Casa Arrumada (19/07/2026); Correio da Manhã (28/09/2026); Correio Braziliense (14/06/2026).

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