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Tapete no lugar do tecido: os divãs de Jan Kath

Estofados · 2026-10-09

Divã de estrutura escura revestido com um tapete oriental em tons de verde e dourado

A ideia é simples de enunciar e difícil de executar: em vez de tecido de estofaria, tapete. As peças usam tapetes da coleção do designer Jan Kath como revestimento de divãs — móvel que, no Irã e na Índia, sempre conviveu com esse material.

A matéria-prima explica o preço: lã fiada das montanhas do Tibete, seda chinesa e fibra de urtiga, tingidas com corantes naturais. Cada desenho é tecido no estilo tradicional oriental e depois cortado e aplicado sobre a estrutura.

Divã revestido com tapete oriental em tons claros de cinza e bege
O mesmo móvel, outro tapete
Divã revestido com tapete oriental em tons de vinho e rosa
Aqui o desenho toma conta
Quando o revestimento tem história própria, o móvel vira moldura.

Do ponto de vista de quem fabrica, tapete é um revestimento difícil: espesso, pouco flexível, e com um desenho que não pode ser cortado em qualquer lugar. Cada peça vira um quebra-cabeça de corte — e não existe repetir o resultado, porque não existem dois tapetes iguais.

Divã com tapete oriental verde e almofadas soltas, sobre pés finos de metal
O encosto baixo e o pé de metal deixam o desenho ser o assunto.

Aqui a gente faz o primo próximo disso todo mês: a peça revestida em tecido estampado, com o desenho centralizado no encosto e casado nas emendas. Não é tapete tibetano, mas exige a mesma decisão — onde o desenho começa.

Detalhe que só aparece na entrega: peça revestida em tapete é pesada. Um tapete de lã e seda pesa muitas vezes mais do que a metragem equivalente de tecido de estofaria, e isso muda tudo o que vem depois — subir escada, passar em porta de 70 cm, a espessura da caixa. Vale medir a porta antes de se apaixonar pela foto.

Da nossa prateleira

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