Três poltronas dos anos 1950 que nenhuma década conseguiu aposentar
Clássicos do design · 2026-09-08

A Ball Chair, desenhada pelo finlandês Eero Aarnio em 1963, é literalmente uma esfera de fibra de vidro com uma abertura na frente e o interior forrado de estofado. A casca fechada funciona como isolamento acústico — sentado dentro dela, o som do ambiente muda de verdade — e por isso a peça virou símbolo da estética futurista da década seguinte, aparecendo em capas de revista e em filmes de ficção científica.
Cada uma resolveu um problema técnico próprio, e é isso que as mantém relevantes até hoje.
A Cisne, de Arne Jacobsen, nasceu em 1958 para o saguão de um hotel: precisava ser confortável para sentar de qualquer ângulo, porque num lobby ninguém escolhe a posição — apenas senta. Por isso o formato aberto, sem lateral alta, que deixa quem está sentado visível e visível para quem passa.


Já a linha assinada por Charles e Ray Eames, americanos, popularizou nos anos 1940 e 50 a técnica de moldar compensado de madeira em curvas orgânicas — algo que até então só se conseguia em metal ou espuma — e assim tornou a produção em série de móveis curvos comercialmente viável pela primeira vez.
Não vendemos réplicas exatas de nenhuma das três, mas a lógica das três — casca contínua, base giratória central, curva sem emenda — está espalhada pela nossa linha de poltronas de design, sempre com a estrutura brasileira e o tecido do catálogo. São peças que continuam vendendo bem décadas depois de lançadas, o que diz mais sobre o desenho do que qualquer tendência passageira de decoração conseguiria dizer.
Da nossa prateleira
Poltronas de design com base giratória central e curva sem emenda.
- Poltrona Ball Chair — R$ 5.689,98
- Poltrona Swan — R$ 1.628,16
- Cadeira, Poltrona Charles Eames com Puff Ecologico Legitimo Premium — R$ 3.190,00