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A mesa que fecha e vira quadro de recados

Ambientes pequenos · 2025-11-01

Escrivaninha de parede Nubo fechada, mostrando o painel de feltro azul-claro que cobre a madeira

A Nubo, da Ligne Roset, é uma escrivaninha de carvalho que fica presa na parede. Aberta, tem tampo de trabalho e nichos atrás para guardar o material. Fechada, some: o que sobra é um painel de feltro onde se espeta bilhete e lembrete.

Escrivaninha de parede Nubo aberta num quarto claro, com material de trabalho dentro dos nichos
Aberta, é mesa de trabalho
Interior da escrivaninha de parede, com nichos de madeira e objetos organizados
Por dentro, tudo tem lugar

O feltro vem em mais de uma cor, e é ele que resolve a parte chata desse tipo de móvel: fechado, ele não parece um móvel fechado — parece um painel. É a diferença entre esconder e disfarçar.

Móvel de apartamento pequeno não é o que ocupa menos. É o que some quando não está em uso.
Painel de feltro da escrivaninha fechada, com um papel preso por um alfinete
Fechada, ela vira quadro de recados — a função continua, só muda de assunto.

Antes de comprar um móvel de parede, duas perguntas poupam dor de cabeça: a parede aguenta? (drywall e gesso pedem bucha específica, ou reforço) e o tampo aberto atrapalha a passagem? Um tampo de 50 cm em um corredor de 80 cm resolve o escritório e cria um problema novo.

Do nosso lado, o que responde a esse mesmo aperto é outro tipo de peça: a que é feita sob medida. Cabeceira na largura exata da parede, chaise na profundidade que a sala aguenta, sofá 10 cm mais curto do que o de catálogo.

Sobre a medida, já que o assunto é espaço: mesa de trabalho de verdade tem 60 cm de profundidade. Com 40 cm cabe o notebook e não cabe o cotovelo; com 50, trabalha-se por algumas horas. Móvel de parede costuma ficar nos 40, e é honesto saber que ele resolve a escrivaninha de pagar conta, não a jornada de oito horas.

Da nossa prateleira

Peças que a gente fabrica na medida do seu espaço.

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